“O que se espera de qualquer partido político é um debate construtivo, baseado em propostas e soluções que visem ao bem-estar da população. No entanto, o que temos visto em Suzano é uma estratégia deplorável adotada pelo diretório municipal do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), sigla do ex-prefeito Marcelo Candido, que atualmente utiliza episódios dolorosos e questões sensíveis como ferramentas para atacar adversários que não têm qualquer relação com os fatos.
E ainda, o partido tem recorrido a discursos gordofóbicos e a tentativas de desqualificar o trabalho da imprensa, chegando ao ponto de, durante uma de nossas sabatinas, utilizar um carro de som para atrapalhar uma transmissão ao vivo, denotando uma falta de compromisso ético e moral com o processo democrático.
Utilizar um episódio tão revoltante como o estupro de vulneráveis como arma política é uma atitude inaceitável. Transformar a dor das vítimas em munição para atacar adversários é um desrespeito à dignidade humana e uma afronta a qualquer padrão de decência. Quando um partido escolhe explorar um crime hediondo para atacar oponentes que nada têm a ver com o ocorrido, ele não apenas desvirtua o debate político, mas também revitimiza as pessoas envolvidas, banalizando a gravidade do crime.
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A mesma postura lamentável se repete na utilização de discursos gordofóbicos para atacar adversários políticos. A gordofobia é um problema sério, que atinge a autoestima e a saúde mental de muitas pessoas, e deve ser combatida com seriedade.
No entanto, o PSOL de Suzano, que deveria ser um defensor dos direitos e da inclusão, utiliza exatamente esse tipo de discurso preconceituoso para tentar desqualificar adversários. É inadmissível que um partido que se diz progressista e defensor das minorias reproduza um comportamento que promove o preconceito e a exclusão.
Além disso, o PSOL de Suzano tem se mostrado desrespeitoso com a imprensa local, tentando desqualificar o trabalho dos jornalistas que cobrem os acontecimentos de forma isenta e responsável. A imprensa é um pilar fundamental da democracia, garantindo que a população seja informada com clareza e imparcialidade.
Atacar jornalistas e tentar controlar a narrativa é uma tentativa perigosa de manipular a opinião pública e limitar o acesso à informação.
Esse tipo de postura revela um completo desprezo pela ética e pela responsabilidade que um partido político deve ter perante a sociedade. Em vez de se concentrar em propostas e soluções para os problemas reais de Suzano, o PSOL opta por uma estratégia que desvia o foco e espalha desinformação.
Atitudes como essa prejudicam o debate político e afastam ainda mais a população do processo eleitoral, aumentando o descrédito nas instituições e nos próprios partidos.
A população suzanense merece respeito e um debate político elevado, que priorize as necessidades da cidade e os direitos dos cidadãos. Utilizar tragédias, preconceitos e ataques à imprensa como táticas políticas é um desserviço à democracia e à própria imagem do partido.
A política deve ser feita com ética, respeito e compromisso com a verdade. O PSOL de Suzano precisa rever urgentemente sua postura e lembrar que a verdadeira luta política se faz com ideias e propostas, e não com ataques rasteiros que apenas envergonham a política da região do Alto Tietê.
O Grupo Hoje de Comunicação abriu suas portas para receber e ouvir, igualitariamente, todos os candidatos a prefeito de Suzano e de outros municípios do Alto Tietê através de suas sabatinas “Olho no Olho”, transmitidas ao vivo, diretamente de sua sede na região central da cidade, inclusive o prefeiturável Caian Zambotto, do PSOL. Lamentavelmente, membros do próprio PSOL de Suzano colocaram propositalmente um caminhão de som em frente à sede do Grupo durante a sabatina ao vivo concedida por outro concorrente, para atrapalhar a transmissão, obstruindo, desrespeitando o trabalho da imprensa e contrariando todo o discurso democrático que membros da sigla apresentam como seu.
É hora de colocar o respeito e a decência acima de qualquer estratégia eleitoral. Suzano merece mais do que isso. Que este episódio sirva de reflexão para todos os envolvidos e que possamos evoluir para um debate público mais digno e respeitoso.“