A Polícia Civil concluiu a investigação sobre a morte do policial militar Eduardo Silvestre, de 47 anos, e de Luana Ferreira Barbosa, de 33, encontrados mortos na banheira de um motel no distrito de Jundiapeba, em Mogi das Cruzes, em setembro de 2025.
Na última quinta-feira (26), o delegado Ricardo Glória informou que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou intoxicação por cocaína e álcool como a causa das mortes. De acordo com ele, o ambiente fechado e quente da suíte pode ter contribuído para o agravamento do quadro.
Durante a perícia, outras hipóteses chegaram a ser analisadas, mas foram descartadas ao longo da investigação. O laudo do Instituto de Criminalística (IC) também indicou que não havia sinais de violência nos corpos das vítimas nem no local.
Apesar de, inicialmente, a água da banheira apresentar coloração avermelhada, a possibilidade de agressão foi descartada. A arma do policial, que estava no local, também não foi disparada.
A Polícia Civil ainda não divulgou o desfecho da morte de Roberto Alves dos Santos Junior, de 44 anos. Ele foi encontrado morto na banheira de outro motel, também em Jundiapeba, menos de uma semana após o caso do casal.
Segundo o Boletim de Ocorrência (B.O.), o casal deveria permanecer no local por um período de quatro horas. Após a demora para a saída, uma recepcionista estranhou a situação e tentou contato com o quarto, mas não obteve resposta.
A funcionária foi até a suíte e encontrou os corpos. Ainda de acordo com o registro, a água da banheira estava com coloração avermelhada, mas não havia sinais visíveis de lesões nas vítimas.




