“Todos os começos são obscuros”, por Marcelo Candido

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Hoje começo a compartilhar por aqui extratos do meu pensamento. Escrever também pode ser um ato de revelação!
E se isto é uma verdade, cada texto aqui publicado revelará um pouco daquilo que sou a partir daquilo que penso e registro.
Para quem já me conhece não haverá grandes novidades, porém, a quem não me conhece, poderá ser uma forma de isto acontecer, mesmo que através das palavras.

Agradeço fortemente ao “Grupo Hoje de Comunicação” pela oportunidade de doravante registrar neste espaço esses pensamentos. E agradeço também a você que me dá a honra de sua atenção.
Minha intenção aqui é tratar dos mais diferentes assuntos que me sejam alcançáveis e que me despertem interesse. Cidades, política, cultura e outros universos. Porém, sempre colocá-los em linha com as minhas convicções que podem se tornar mais profundas uma vez cotejadas com a opinião de quem lê e comenta.

Darcy Ribeiro, grande político e intelectual brasileiro, publicou em 1995 o livro “O povo brasileiro”, em cuja introdução afirmou o papel da obra ao pedir ao leitor para não se iludir com ele, pois o autor era homem de fé e de partido. Ele disse isso para deixar transparente a sua condição de cidadão que fazia política e ciência movido por razões éticas e patrióticas para então sustentar que não haveria isenção em suas análises e que seu livro aspirava influenciar as pessoas e assim “ajudar o Brasil a encontrar-se a si mesmo”.
Esses são os fundamentos que vão inspirar os conteúdos aqui publicados, pois conheço a importância que eles podem ter no sentido de propor uma forma de perceber a realidade buscando sempre uma vida sustentada pelos pilares do amor, da diversidade, da justiça, da democracia e dos direitos humanos!

Para o Buda, “todos os começos são obscuros” e sendo assim, pretendo iluminar através do texto os assuntos aqui escolhidos, dando condições para que eu possa contribuir com as reflexões deste nosso tempo, tão marcado pela polarização que quase torna impossível que as pessoas pensem de forma diferente sem que se ataquem de forma beligerante.

Não vamos deixar que essas circunstâncias históricas não nos permitam celebrar aqui nossos encontros de paz e tolerância.

(Esse texto não expressa, necessariamente, a opinião do site HojeDiário.com)

2 comentários em ““Todos os começos são obscuros”, por Marcelo Candido”

  1. Parece que o Buda já se colocou e fez cumprir certa e profunda iluminação. Parabéns pela partilha e pela ousadia. Que venham os textos e que façamos o dialogo, tão necessário, para nossos dias.

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