“Os desafios para a mulher empreendedora”, por Rebeka Assis

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Uma pesquisa realizada pela empresa Global Entrepreneurship Monitor identificou que o Brasil está em 7º lugar no ranking mundial de empreendedorismo feminino, com cerca de 30 milhões de mulheres que decidiram abrir um negócio próprio – por necessidade ou na busca de sua independência – e batalham todos os dias para que ele permaneça funcionando.

Contudo, o empreendedorismo feminino no Brasil encontra alguns obstáculos que o impedem de alcançar o potencial máximo que possuem, fazendo assim com que suas donas apenas sobrevivam do pouco lucro que as empresas geram, e não vivendo de forma confortável, como deveria ser.

Entre os diversos desafios encontrados, existem dois que podem ser cruciais para a continuidade de um negócio. Isso é o que diz um recente estudo promovido pela Rede Mulher Empreendedora (“Rede”), que analisou, entre vários tópicos, as motivações e dificuldades que as empresárias encontram.

Quer descobrir quais desafios são? Continue a leitura!

A ausência nas redes sociais

Atualmente, é extremamente difícil pesquisar por algo na internet e não obter uma resposta. Com o avanço tecnológico e virtual, é comum encontrarmos pessoas com a convicção de que se uma empresa não está na rede – seja por meio de seu site ou de redes sociais – ela simplesmente não existe.

Logo, é imprescindível que você, empreendedora, explore a internet ao seu favor, usando-a como uma vitrine digital e apresentando a qualidade do seu trabalho, independentemente de ser um produto ou serviço.

Além disso, a internet pode levar o seu negócio a locais nos quais seria impossível atender fisicamente. Sobre este assunto, sugiro que confira um texto aqui da coluna, que fala da importância da presença digital.

Sendo assim, se você possui alguma dificuldade ou resistência com o uso das redes sociais, ou até mesmo um site, recomendo que reflita a respeito e pesquise sobre o assunto. Garanto que valerá a pena!

A tal da informalidade

O mesmo estudo da “Rede” identificou que muitas empreendedoras permanecem na informalidade – apenas no Sudeste, 41% das empreendedoras não possuem CNPJ – o que pode diminuir a confiança dos consumidores, reduzir a celebração de parcerias ou até mesmo o acesso a benefícios fiscais ou investimentos.

E se engana quem pensa que apenas ramos de atividade mais “tradicionais” não se preocupam com a regularização de suas empresas. Profissões mais modernas, como a de produtora de conteúdo, infelizmente, não conseguem se enxergar enquanto negócio e só percebem a importância de uma regularização tarde demais, quando sofrem golpes de contratantes ou são vetadas de alguma parceria relevante.

Por essas e outras razões que contar com uma assessoria jurídica é essencial para quem quer ter o seu negócio decolando (e se mantendo em alta, o que é ainda mais importante).

Por fim, reflita sobre como anda a presença da sua empresa nas redes sociais e se há alguma “ponta solta” na estrutura básica do seu negócio, como a falta de um CNPJ. Com novos posicionamentos e parcerias estratégicas, as chances do seu sonho dar certo multiplicam.

Você tem alguma dúvida sobre Direito do Trabalho, LGPD ou Empreendedorismo que gostaria de ver respondida aqui?
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Aproveite e conheça meu trabalho em www.rebekaassis.com.br.  

Ótimo dia e ótimo trabalho!

(Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do HojeDiario.com)

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