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“Como criar uma vaga de trabalho adequada?”, por Rebeka Assis

Como atendo empresas, aprendi que o cuidado com cada detalhe faz toda a diferença. Uma boa relação de trabalho começa muito antes do dia a dia na labuta e, pra isso, uma divulgação de vagas de emprego bem feita é indispensável na hora do “match” empresarial.

Parece algo bobo? Talvez. Mas em dois minutos de pesquisa na internet, você consegue descobrir uma infinidade de vagas de trabalho absurdas – seja por falta de noção ou por pura má-fé.

Independentemente do caso, você não precisa cair nesses erros na hora de apresentar os pré-requisitos para uma função na sua empresa.

Ficou curiosa(o)? Confira a seguir algumas dicas para executar essa tarefa tão importante.

Primeiramente…

Tenha em mente qual o tamanho da sua empresa. Ela é micro, com poucos funcionários e sem área de RH? É maior e já tem uma estrutura mais sólida?

Essa resposta é ideal para entender se você precisará desenvolver a vaga “do zero” ou se precisa dar autonomia para as áreas responsáveis redigirem a vaga corretamente.

Superada essa etapa, vamos lá!

Se você tem equipe de RH

Informe qual a função que está com vaga aberta e elenque as características necessárias para exercê-la. Esteja aberta(o) a sugestões e tenha um setor de recursos humanos bem alinhado com o seu jurídico, para tirar possíveis dúvidas.

Lembre-se: ter uma boa equipe de RH é imprescindível para qualquer empresa.

Se você não tem equipe de RH

É a sua primeira contratação ou você acabou ficando com a responsabilidade de montar e anunciar uma vaga? Esteja atento a alguns pontos importantes:

  1. Tenha bom senso. Assim como qualquer jornada de trabalho, a divulgação da vaga também deve respeitar as leis trabalhistas, afinal ela é o início da relação de emprego. Um bom exemplo são as vagas sobre trabalhos noturnos, mas que não preveem o respectivo adicional;
  2. Seja prática(o). Informe o local de trabalho, a jornada e o salário. Se o trabalho depende de alguma certificação ou especialização, informe também. Tudo isso facilita na hora da seleção dos candidatos e economiza tempo e dinheiro;
  3. Evite características subjetivas. Quer informar que precisa de um(a) funcionário(a) proativo(a)? Ok. Precisa de alguém que arrojado, que esteja ligado nas tendências de mercado? Ok também. Agora não vale divulgar na vaga que busca uma pessoa bonita, por exemplo. (o que pode soar até preconceituoso).
  4. Esteja consciente da sua realidade. A sua empresa possui condições de pagar um salário adequado, dentro da faixa de contratação comum? Então fique à vontade para exigir várias qualificações profissionais. Caso contrário, não adianta pedir inglês fluente, espanhol intermediário e duas pós-graduações para contratar PJ e pagar menos que um salário mínimo (alô, escritórios de advocacia! Rs).

Vale comentar que há alguns mercados de trabalho com características diferentes, como jornadas maiores. Logo, é importante analisar caso a caso. Mas para todos, vale uma dica em comum: tenha parcimônia. Afinal, uma dose de bom senso nunca fez mal a ninguém.

E aí, você tem alguma dúvida que gostaria de ver respondida aqui na coluna?

Envie uma mensagem no meu Instagram ou um e-mail para contato@rebekaassis.com.br, e eu terei todo o prazer em responder.

Aproveite e conheça meu trabalho em www.rebekaassis.com.br.

Bom trabalho e até semana que vem!

(Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do HojeDiario.com)