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Alerta: Prefeitura de Mogi das Cruzes cria comitê para enfrentar crise hídrica e eventos climáticos extremos

Mogi das Cruzes instituiu na última segunda-feira (05), um Comitê de Crise Hídrica e Monitoramento de Eventos Climáticos para enfrentar a escassez de chuvas que afeta o nível das represas da Região Metropolitana de São Paulo, especialmente no Alto Tietê. O grupo foi criado por decreto assinado pela prefeita Mara Bertaiolli e visa adotar medidas emergenciais para economizar água e reduzir os impactos das altas temperaturas e terá duração inicial de 90 dias, com possibilidade de prorrogação, conforme a evolução do cenário hídrico.

A decisão considera o aumento de eventos climáticos extremos, como estiagens prolongadas e ondas de calor. Na última semana de 2025, o município registrou temperaturas de até 35°C, ficando entre as cidades mais quentes do estado, segundo a Defesa Civil. O Instituto Nacional de Meteorologia também emitiu alerta de risco à saúde devido à permanência de temperaturas acima da média por vários dias consecutivos.

Entre as ações previstas estão a redução de 30% no consumo de água em cerca de 600 prédios públicos municipais e campanhas de conscientização para a população. Medidas emergenciais já começaram a ser adotadas, como a redução da pressão na rede de distribuição de água pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) em horários alternados e por regiões da cidade.

O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) intensificou a detecção de vazamentos, a manutenção da rede e se prepara para contratar caminhões-pipa para reforços pontuais no abastecimento.