O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta terça-feira (18) que o governo não irá mais acabar com a isenção em transações internacionais avaliadas em até US$ 50 e feitas entre pessoas físicas. Segundo Haddad, o pedido para recuar da proposta partiu do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A taxação desse tipo de comércio foi anunciada pelo Ministério da Fazenda e pela Receita Federal na última semana. Haddad já havia ressaltado que a medida era só envolvendo pessoas físicas e tinha como objetivo fiscalizar e taxar empresas que, atualmente, burlam regras para receber o benefício de forma irregular.
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O pedido do presidente para que o ministério recuasse da medida foi porque a reação foi muito negativa. Diante disso, o ministro disse que pediu para sua equipe econômica que busque uma solução, de forma a reforçar a fiscalização.
Lula, segundo Haddad, teria pedido para que a pasta use o poder de fiscalização da Receita Federal sem que haja a necessidade de mudar a regra atual. Para ele, a mudança na regra poderia prejudicar as pessoas que, de boa-fé, recebem encomendas do exterior até esse patamar.