Em uma recente sessão ordinária ocorrida na última quarta-feira (24), a Câmara de Vereadores de Mogi das Cruzes aprovou uma moção que solicita ao Congresso Nacional a proibição da assistolia fetal. O procedimento, que envolve a injeção de cloreto de potássio para interromper os batimentos cardíacos do feto, é aconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em casos de aborto legal após 20 semanas de gestação.
A moção foi proposta pelo vereador John Ross.
A assistolia fetal é um método utilizado em situações de aborto legal em estágios avançados da gestação, onde o coração do feto é interrompido antes da sua retirada do útero. O vereador John Ross defendeu a moção apelando para a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que enfatiza o direito à vida como um direito fundamental.
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Durante a defesa da moção, o vereador expressou a necessidade de considerar a vontade popular e destacou a importância de alinhar as práticas médicas com as diretrizes éticas do Conselho Federal da Medicina, que se opõe ao uso do método de assistolia fetal. Ele reforçou a solicitação para que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado Federal apoiem essa posição.
A moção foi aprovada pelos vereadores mogianos e agora segue para o Congresso Nacional.