Os metroviários de São Paulo, representados por seu sindicato, indicaram a possibilidade de entrar em greve devido a uma série de demandas não atendidas. As reivindicações do grupo incluem novas contratações através de concurso público e a reintegração dos profissionais demitidos em 2020. Essas medidas visam reduzir a carga de trabalho excessiva que, segundo o sindicato, tem levado ao adoecimento de seus membros.
Os metroviários estão ainda pleiteando um reajuste salarial, incremento no valor do vale-alimentação e do “vale-peru”, além da remoção das advertências verbais dirigidas aos operadores que se negam a fornecer treinamento anti-greve. O sindicato também se opõe à demissão de trabalhadores do sistema de monotrilho, seguindo um acidente ocorrido em março.
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Durante uma assembleia realizada pela categoria, a proposta apresentada pelo Metrô foi rejeitada. O sindicato, em comunicado oficial, deixou claro que se não for apresentada uma nova proposta que atenda as demandas, uma greve será iniciada a partir da meia-noite do dia 13 de junho.