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“Você já pensou em abrir uma franquia?”, por Rebeka Assis

Com a ideia de se tornar um(a) empreendedor(a), muitas pessoas cogitam a hipótese de começar com uma franquia. Mas você sabe como essa modalidade funciona (e se ela funciona pra você)?

Uma pesquisa promovida pelo Monitor Global de Empreendedorismo (GME) identificou que cerca de 8 milhões de jovens entre 18 e 24 anos estão empreendendo no Brasil.

Além disso, a pesquisa também detectou que houve um aumento de 10% na compra de franquias por menores de 24 anos, seja de forma direta ou com a participação dos pais no processo.

Mas para seguir na ideia de se tornar um franqueado, é importante entender o que é uma franquia e se esse modelo de negócio combina com você.

Para isso, vem comigo e continue a leitura!

Mas, afinal, o que é uma franquia?

A franquia é um modelo de negócios no qual, resumidamente, uma empresa concede a uma pessoa (física ou jurídica) o direito de utilizar uma marca e todos os seus procedimentos – como sistemas operacionais, regimento interno, padrões de comunicação, forma de atendimento ao cliente etc. – para vender um produto ou serviço.

Sendo assim, chamamos a empresa que concede esses direitos de “franqueadora” e a empresa a ser aberta, quase como uma cópia da franqueadora, de “franqueada”.

Há regras para abrir uma franquia?

Com certeza. Quando digo que a franqueada é uma espécie de “cópia” da franqueadora, isso não é uma ofensa, pelo contrário.

O sucesso das franquias se baseia em ter uma franqueadora com sucesso, que entregue produtos ou serviços com qualidade, e que suas franqueadas sigam e-xa-ta-men-te o mesmo padrão.

Inclusive, é comum haver, nos contratos de franquia, cláusulas que obriguem o responsável pela franqueada a seguir todas as diretrizes e padrões estabelecidos pela franqueadora, a fim de que a reputação da marca se mantenha intacto e os resultados sejam satisfatórios para as partes (leia-se: gere lucro!).

Obviamente, o direito de “replicar” uma marca e seus produtos tem um custo. Por isso, toda empresa franqueada precisa pagar um valor inicial (para custear a estrutura a ser montada), além de repassar valores periódicos para a franqueadora (e a periodicidade pode ser mensal, bimestral, trimestral… depende do contrato).

Por outro lado, a franqueadora precisa fornecer, frequentemente, suporte à empresa franqueada, incluindo treinamento de equipe, atualização de sistemas, orientações sobre o marketing… Tudo para que a franquia gere bons resultados.

E ter uma franquia é pra mim?

Não existe outra resposta que não seja “depende”. Mas para te fazer refletir, pense nos seguintes pontos:

  • Se você abrir uma franquia, você pode:
    • Escolher um modelo que já exista, sem se desgastar em criar algo do zero;
    • Empreender com uma marca já reconhecida, que faça sucesso e tenha a ver com o seu estilo de vida; e
    • Receber um suporte adequado para resolver problemas, tirar dúvidas e seguir com o crescimento da empresa.
  • Mas você não pode:
    • Iniciar sem ter um custo, que às vezes pode ser mais elevado que o de uma empresa comum;
    • Ter exclusividade sobre a marca, havendo o risco de encontrar outras lojas iguais à sua ou do mesmo segmento, na região ou até no bairro; e
    • Acrescentar produtos, alterar a forma de atendimento ou testar outras mudanças, afinal a franquia precisa seguir fielmente as diretrizes da empresa franqueadora (sendo possível até uma rescisão do contrato, quando isso acontece).

E aí, você tem uma franquia? Já pensou em abrir uma?

Conta nos comentários a sua experiência sobre o assunto e te vejo no próximo texto.

Ótimo trabalho e até semana que vem!

E aí, você tem alguma dúvida que gostaria de ver respondida aqui na coluna?

Envie uma mensagem no meu Instagram ou um e-mail para contato@rebekaassis.com.br, e eu terei todo o prazer em responder.

Aproveite e conheça meu trabalho em www.rebekaassis.com.br.

(Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do HojeDiario.com)