Em Itaquaquecetuba, polícia descobre fábrica de cosméticos falsificados da Wepink, marca da influenciadora Virgínia Fonseca, e prende 13 pessoas; assista

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Uma fábrica clandestina que, segundo a Polícia Civil de São Paulo, era usada na produção de cosméticos falsificados da Wepink foi descoberta em Itaquaquecetuba na última quarta-feira (02). Treze pessoas foram presas em flagrante no local (assista abaixo). A marca pertence à influenciadora Virgínia Fonseca.
O imóvel não servia apenas para guardar mercadorias. De acordo com o registro policial, a estrutura encontrada tinha características de uma unidade de produção, onde os cosméticos eram fabricados e passavam pelas etapas de manipulação, envase e rotulagem antes de serem armazenados e preparados para venda.

A dimensão da estrutura apareceu também na quantidade e na variedade dos materiais encontrados pelos policiais. Máquinas, equipamentos, embalagens, recipientes, rótulos, etiquetas e insumos estavam entre os itens apreendidos. Para a investigação, esse material era utilizado na fabricação dos produtos falsificados.

Tudo o que foi recolhido será encaminhado para perícia. A análise deverá verificar a composição dos produtos e insumos, além da autenticidade e da procedência do material encontrado.

A operação desta quarta-feira (02) foi resultado de uma investigação iniciada depois de uma denúncia feita pela empresa responsável pela Wepink. A marca havia comunicado a comercialização de produtos falsificados pelas redes sociais e também na região da Feira da Madrugada, na área central de São Paulo.
A partir dessa denúncia, a Polícia Civil realizou apreensões de mercadorias, abordagens e monitoramentos. Os investigadores também analisaram transferências bancárias para identificar pessoas que estariam relacionadas ao esquema.

Cinco dos 13 presos nesta operação já haviam sido detidos em flagrante meses antes, em 10 de junho. Na ocasião, o grupo foi encontrado em outra fábrica clandestina que também produzia itens falsificados da Wepink.
Essas cinco pessoas acabaram colocadas em liberdade posteriormente. Agora, conforme a Polícia Civil, foram novamente encontradas em uma ocorrência relacionada à falsificação de cosméticos da mesma marca.

O caso desta quarta-feira (02) foi registrado na delegacia do bairro Santa Efigênia, na capital paulista, como falsificação de produtos terapêuticos ou medicinais e associação criminosa.

Depois da descoberta da fábrica, a Wepink publicou nas redes sociais um alerta sobre a procedência dos cosméticos. A empresa orientou os consumidores a comprarem somente pelos canais oficiais e informou que não consegue assegurar a autenticidade, o conteúdo das embalagens nem as condições de fabricação e armazenamento de produtos adquiridos fora desses pontos.
Segundo a marca, os cosméticos originais são comercializados pelo site e pelo aplicativo oficiais da Wepink, além dos quiosques e das lojas oficiais.

Assista ao vídeo.

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