Queridos, bem sabemos que, quando nosso lar não está bem, nada fica bem! Os dias e as noites parecem mais longos. A angústia, a inquietude, os sentimentos confusos, o cansaço e a impaciência tornam-se mais constantes e, consequentemente, nosso rendimento diário cai. Uma boa convivência familiar, além de ser um exercício espiritual e afetivo, faz bem à nossa alma e ao nosso coração. As frustrações e as decepções familiares transformam sonhos em pesadelos e deixam traumas e marcas na vida.
Não vou dizer que a oração resolve tudo, mesmo porque, dependendo dos casos, é fundamental também a ajuda médica e terapêutica. Contudo, a oração ajuda quando carrega consigo a entrega total e amorosa a Deus, ajudando a desarmar o coração e a aliviar as tensões das nossas relações. Afinal, a oração não é apenas um ato de fé, mas também de amor.
O amor vivido e comunicado, além de atenuar as dores da alma, também ajuda a “cicatrizar” as feridas abertas na árdua e, por vezes, dolorosa convivência. Rezar não é magia, nem um amuleto da sorte, mas uma experiência de encontro, de graça e de amor.
Sem amor e entrega, sem verdade e discrição, a oração se dilui em uma fantasia loucamente imaginária.
Rezemos e amemos sempre uns aos outros!
“Ó Deus, nosso Pai, vosso Filho quis ser membro de uma família humana e conheceu as alegrias, angústias e esperanças das nossas famílias. Olhai para nós; abençoai os pais, filhos e parentes de nossa família. Protegei-nos dos males e perigos. Ajudai-nos a promover em nossos lares a união, o amor generoso, o respeito, a fidelidade permanente e a perseverança na verdade e no bem. Por Cristo, nosso Senhor. Amém”.
(Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do portal HojeDiario.com)





