O dia 21 de setembro, quando celebramos o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, nos convida a refletir sobre o princípio fundamental da inclusão, que não acontece apenas quando eliminamos barreiras físicas, mas também quando garantimos que todas as pessoas possam se comunicar, acessar informações e exercer plenamente seus direitos.
Essa reflexão ganha ainda mais significado com a proximidade do Dia Nacional do Surdo, celebrado em 26 de setembro. Para a população surda, investir em acessibilidade também significa ampliar o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras), oferecer atendimento adequado e criar mecanismos que permitam uma comunicação efetiva com os serviços públicos.
Fico feliz em acompanhar o crescimento dessa cultura de acessibilidade, especialmente na gestão pública, com cada vez mais iniciativas voltadas ao atendimento da população surda. Intérpretes de Libras, canais acessíveis, conteúdos com tradução e profissionais preparados são ferramentas que aproximam o poder público das pessoas e ajudam a transformar direitos previstos em lei em direitos vividos no dia a dia.
Ainda temos muito a avançar, mas cada recurso implantado representa um passo importante para construir uma sociedade em que ninguém precise enfrentar uma barreira de comunicação para ser ouvido, atendido ou ter seus direitos respeitados. Acessibilidade, afinal, também é garantir que todos tenham voz.
(Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do portal HojeDiario.com).




