Educação financeira poderá ser incluída no currículo escolar após aprovação no Senado Federal

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O Senado Federal aprovou, nesta semana, um projeto de lei que prevê a inclusão da educação financeira no currículo dos ensinos fundamental e médio. A proposta foi aprovada na forma de um texto alternativo apresentado pela senadora Teresa Leitão. Pelo texto, a educação financeira deverá ser ensinada de forma transversal, integrada a disciplinas já existentes, como matemática, história e geografia, ao longo de toda a formação escolar.

A proposta também inclui o tema na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Embora a educação financeira já faça parte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) desde 2017, a mudança busca tornar sua aplicação mais obrigatória nas escolas. Cada instituição de ensino terá autonomia para definir como o conteúdo será inserido no projeto pedagógico, de acordo com a realidade local, sem a criação de uma disciplina específica.

Durante a tramitação no Senado, a relatora ampliou o texto original para incluir a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária pelo poder público. Com isso, os estudantes também deverão aprender sobre a importância dos impostos para o financiamento dos serviços públicos, além do funcionamento da previdência social e dos seguros. Como o projeto recebeu alterações no Senado, o texto retorna à Câmara dos Deputados para uma última análise.

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